Diferenças entre ASMA e DPOC

ASMA

Asma é uma doença crônica que afeta as vias aéreas acometendo uma grande parte da população. Os sintomas são causados devido a um processo inflamatório onde, durante a crise, as vias aéreas ficam estreitas, inchadas e sensíveis, dificultando a passagem do ar. Para podermos prevenir a asma é necessário compreender a doença. Os sintomas mais frequentes são falta de ar, tosse, chiado e sensação de aperto no peito, sintomas estes que podem ser agravados por diferentes fatores, como alergias, vírus, poeira, fumaça, exercício físico, estresse, como também exposição à mudança de temperatura.

O diagnóstico de asma é feito através da espirometria (avaliação da função pulmonar) onde se verifica a função antes e após o uso de uma medicação broncodilatadora. A resposta ao broncodilatador caracteriza o diagnóstico de asma brônquica.

Nos últimos anos, através da descoberta de inúmeras medicações inalatórias (bombinhas) tornou-se possível não somente tratar, mas prevenir as crises de asma.

Atualmente, os nebulizadores não são utilizados com tanta frequência, sendo as medicações inalatórias elegidas na maior parte dos tratamentos.

Um paciente com asma tem que ter um plano de ação para, quando em crise, saber o que fazer, qual medicação usar, e se há ou não necessidade de procurar uma emergência.

A prevenção na asma aumenta a sobrevida, bem como a qualidade de vida, podendo diminuir a mortalidade de forma significativa.

Diferença da ASMA e DPOC

Diferença da ASMA e DPOC

Diferença entre ASMA e DPOC

Diferença entre ASMA e DPOC

DPOC

(Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) também é caracterizada pela obstrução do fluxo aéreo devido a uma resposta inflamatória.

Porém, ele é na maioria das vezes desencadeado pelo tabagismo, exposição ambiental, gases tóxicos.

No passado, se usava muito os termos bronquite crônica e enfisema. Hoje, estes termos foram englobados pela denominação DPOC. Desta forma, o DPOC é na maioria das vezes uma doença prevenível e tratável .

Os sintomas dessa enfermidade são falta de ar, pigarro, tosse crônica, expectoração. A falta de ar é progressiva e com o decorrer da doença muitos pacientes podem necessitar o uso de oxigênio.

O diagnóstico é realizado sempre por uma avaliação médica, e a gravidade é constatada através da avaliação funcional (espirometria) e exames radiológicos. Nos dias atuais, uma terapêutica individualizada e mantida pode não somente diminuir os sintomas, como o risco de hospitalizações, aumentando a expectativa de vida desses pacientes.

IMagem de DPOC

IMagem de DPOC

2017-04-11T10:21:21+00:00